Domingo, 21 de Maio de 2006

Politicas de Natalidade





Esta já é velhinha. Faz parte do blog antigo mas eu acho que não está desactualizada ( embora continue sem piada, mas enfim).  Dada a crise de duas pessoas a descontar para um reformado, poderá ser uma ideia útil fazer subir o número de jovens na população,(e subsequentemente, o número de desempregados licenciados ... Enfim.






Politicas de Natalidade

quarta-feira, 8 março, 2006 | 10:59 PM

Eu estive a pensar e se o Governo quer aumentar a população laboral do país de forma significativa a melhor maneira de o conseguir é recorrer ao "apagão da Cegonha". Decerto que muitos ainda se lembram da célebre cegonha que apagou meio Portugal durante uma tarde e noite à uns tempos. O que muitos não sabem é que passados nove meses houve um real aumento da natalidade em Portugal. Portanto proponho o seguinte: Três noites de apagão consecutivas!

E porquê três? Muito simples.

O tuga tem sempre em casa uma velinha, nem que seja de cheiro ou aquela dos 5 anos do puto, que está guardada para ele recordar mais tarde aquele dia em que pousou para uma máquina fotográfica com uma camisola de flanela que já nem a avó vestia em 1959 porque estava demodé e.... ups... estava a desviar-me...

Eis o que aconteceu com um casal normal, ele barrigudo e ela com bigode…

1º DIA
Ele - : “ Epá, faltou a luz…Granda merda…agora que ia dar os melhores momentos do Arrifanense com o Alcanena… O Mulher, vê lá se encontras alguma coisa que dê luz….

Ela – “Só tenho aqui umas velas do 5º aniversário do Hélio Telmo….

Ele – “ Dá bem para eu ler o “Record”…

2º DIA
Ele - : “GAITA…DOIS DIAS SEGUIDOS????”

Ela – “ Calma, tenho aqui uma daquelas velinhas de cheiro de urtiga/orégão, pode ser que te safes….”

Ela - : “ Não vejo a ponta dum corno…”

Ela: - “ Então pendura a vela na ponta do outro…” – SPLASH ( barulho da valente galheta que a piadinha valeu à mulher….)

3º DIA

Ele – :” Epá, aquela chata de bigode disse para eu comprar velas, mas o dinheiro mal dá para a minha mini e para o Record, quanto mais para velas… eu depois logo à tarde logo vejo como é isso.

Ela – “ Olá…compraste as velas??? É que pode faltar outra vez…”

Ele - :” TÁS PARVA OU QUÊ??? ONDE É QUE JÁ SE VIU FALAR A LUZ TRÊS DIAS SEGUIDOS!!! TÁS AQUI TÁS A APANHAR…. – Puft…( Som da luz a apagar)

Ela - :” Bem… podiámos aproveitar que não temos mais nada e fazíamos uma coisa que não fazemos desde 2003…”

Ele - : “E porque carga de água eu tinha de ir ver os teus pais a uma hora destas??? Tas mesmo cheché de todo….”

Ela - :” Não era isso, era outra coisa… tu sabes, aquelas coisas que tu vês à sexta feira no canal 13….”

Ele - : “Bem, já que não há nada melhor para fazer…. Vamos a isto….”

O resto recuso-me a relatar pois só de pensar que, se ela nos preliminares lhe fizer um …. o bigode se confunde com os pêlos púbicos, ou que quando ele a tentar enfiar vai reparar que a barriga está a funcionar como travão e a afastar o ….


1 comentário:
De Zé da Mula a 19 de Fevereiro de 2007 às 10:59
É pá escolhe um contraste de cores que é difícel ler, mas vamos ao que interessa:
Não concordo com o argumento DA FALÊNCIA DA SEGURANÇA SOCIAL E DA DIFICULDADE DE SUBSTITUIÇÃO DA POPULAÇÃO ACTIVA DADA A FRACA NATALIDADE.

Vamos falar claro: A baixa natalidade acontece em geral nos países desenvolvidos há muitos anos e a sua população mantém um bem estar económico e social bem superior ao que alguma vez Portugal atingiu.

A ser verdade a afirmação de que é necessário aumentar a natalidade para o país ter sucesso! Então como é que países como o Luxemburgo, a França, a Alemanha, entre outros, têm conseguido sobreviver durante muitas décadas?

Não é novidade de que as sociedades mais desenvolvidas têm em geral uma reduzida taxa de natalidade, por razões também fáceis de entender: os pais procuram dar aos seus filhos um nível de vida igual ou superior ao seu, o que é cada vez mais difícil. É uma grande aventura para um cidadão mediano ter 3, 4, 5, 6 filhos: o emprego chega cada vez mais tarde e mais precário, por isso as famílias constituem-se também mais tarde ou não chegam sequer a constituir-se; as despesas com os filhos são sempre crescentes e é preciso dar-lhes muitos anos de estudo e de especialização para poderem ter sucesso nesta “selva” competitiva. Mesmo para as profissões mais modestas. Para se ser carteiro, pedreiro, electricista, pintor, carpinteiro, motorista, e tantas outras profissões é hoje necessária uma dúzia de anos de escolarização mais vários anos em cursos específicos. Há 30 anos bastavam 6 anos de escola e durante a aprendizagem os jovens já começavam a ajudar a família, ganhando algum dinheiro.

A eventual falta de mão de obra (qualificada ou não) pode ser e é facilmente suprida com a aceitação de imigrantes, embora isso deva ser feito de forma selectiva, de acordo com as necessidades do país.

A reposição da força de trabalho com recurso aos nossos filhos, embora louvável, implica um investimento de vinte e tantos anos: entretanto, tanto os pais como o país terão que prestar-lhes cuidados vários: alimentação, vestuário, lazer, saúde, educação e formação profissional. Quanto aos trabalhadores imigrantes, esses custos foram suportados pelos seus pais e pelos países de origem, por isso, vêm ‘prontinhos’ pra trabalhar e, só por isso, ficam mais económicos ao país de acolhimento, aliás, não temos nós já cerca de um milhão de imigrantes? Se o nosso país necessitar e quiser poderão vir mais, não faltarão candidatos enquanto mantivermos o euro como moeda ou, pelo menos, enquanto pertencermos à UE seremos um país atractivo. Há ainda outra vantagem com a aceitação de imigrantes: como aqueles se sujeitam a piores condições de trabalho e a salários mais baixos, ajudam a aumentar a competitividade do país, i.e., forçam os salários a baixar ou pelo menos a não aumentar tanto. Além disso, como muitos deles não irão ficarão por cá a trabalhar durante muitos anos, muitos deles nem irão sequer irão beneficiar dos descontos feitos para a SS, durante esse período, caso cumpram a obrigação.
Que futuro poderão aspirar habitando às dezenas num apartamento?
O objectivo de grande parte dos imigrantes é o de amealhar o mais rapidamente alguns (poucos) milhares de euros, regressar aos seus países e trocá-los por moeda local para construírem aí o seu sonho e futuro!
Não somos nós também um país de emigrantes?

Portugal já tem uma taxa de desemprego alta e com tendência para subir, por isso, julgo inconveniente que a imigração para o nosso país continue a fazer-se de forma anárquica.
Portugal já tem uma taxa de desemprego alta e com tendência para subir, por isso, julgo inconveniente que a imigração para o nosso país continue a fazer-se de forma anárquica.



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